A neurobiologia é o novo “front” da “velha ciência”, para tentar nos convencer que nós, seres humanos, não passamos de um amontoado de células criadas (?) e coordenadas (?) por um coquetel químico de hormônios de todo tipo.
Até aí, ainda da para “conversar” ou discutir, mas, afirmar que todos os nossos pensamentos, emoções e sentimentos são criados ou determinados pelos mesmos hormônios é uma “teimosia” que nada tem de científico no sentido etimológico, que seria uma experimentação destituída de pré-concepções ou pré-conceitos e sem a tendência de achar que tudo aquilo que não consegue explicar, simplesmente, não existe.
Tags: Comportamento, Crença, PréConceito

Julho 13, 2008 às 7:16 pm |
Daí nasceu a fé.
Da necessidade que se tinha em acreditar naquilo que a ciência não consegue explicar…
Bjs!
Julho 13, 2008 às 9:50 pm |
Olá!
Perguntaram ao Jung se ele acreditava em Deus e, ele respondeu: “Eu sei!”.
A fé ou crença(?), agente sabe ou sente?
Bjs/Cayero
Janeiro 26, 2009 às 7:34 pm |
Quem disse que a neurobiologia quer impor uma visão do mundo ? Quem faz isto é uma mente reducionista e materialista, não o campo da neurobiologia. Qdo um carro vai a algum lugar, é o carro que vai ou é um condutor que leva o carro?
A neurobiologia é um campo de 2 vias. uma é a reducionista citada , outra é observar o resultado no cérebro de atividades mentais superiores, como meditação, altas reflexões filosóficas, amor ao próximo,etc.
Se liga, Cayero
Janeiro 27, 2009 às 2:41 am |
Olá Euclides!
É como falou.
Mas, você há de convir que o pensamento hegemônico é o que você denominou: materialista e reducionista.
Claro que a “essência” é intangível, e é o que nos define como “ser”.
Eu nem diria “atividades mentais superiores”, que em si mesmas seriam resultado ou conseqüência e não causa.