É notório que as mulheres têm o lado direito do cérebro mais desenvolvido que o dos homens, o que lhes daria uma maior habilidade no uso da linguagem, logo das palavras.
Tudo indica que, conforme os estudiosos da área, desde os tempos primitivos ela tinha uma necessidade maior de utilizar a linguagem para conseguir administrar melhor a caverna, enquanto as atividades masculinas não exigiam tanto.
É que ainda não tinham inventado o futebol.
Daí a dizer que as mulheres falam muito…
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Junho 15, 2008 às 8:33 pm |
Mas quem inventou a cérebre frase de que mulheres falam muito, estava assistindo uma partida de futebol, com certeza.
Daí ela perguntava sobre jogar a bola para o vestido totalmente de preto que corria no meio do campo, e a pessoa ainda criou outra cérebre frase: “mulheres não entendem de futebol”.
Depois disso, morreu solteiro… rsrsrs…
Junho 16, 2008 às 2:29 am |
De acordo com os antropólogos, quando da divisão do trabalho, ainda nas cavernas ou pouquinha coisa depois que descemos das árvores e começamos a andar sobre as patas traseiras, para os machos caçadores, o som não serviria tanto, pois a caça poderia se espantar e sair correndo. Logo, desenvolvemos a visão espacial e a comunicação se dava por sinais (caretas e linguagem corporal no geral). Agora, para manter as crias por perto e avisá-las dos perigos; além de impedir que metessem o dedo no nariz entre outras coisas, as mulheres precisavam falar (ralhar) com os pimpolhos. Portanto…
Junho 17, 2008 às 2:12 am |
Olá fc!
Desculpe só ‘responder’ agora.
Realmente o futebol sempre foi um “clube do bolinha”, embora isso venha mudando ultimamente. Quanto à mulher falar muito… só ocorre ou só é ruim, mesmo, quando as coisas não vão bem. As “naturezas introspectivas” costumam falar escrevendo, como os poetas, escritores e, agora, muitos blogueiros. Não acha?
Junho 17, 2008 às 2:19 am |
João Alberto
Essas explicações sobre peculiaridades femininas e masculinas foram, e são, imprescindíveis para compreender os seres e suas essências distintas que realmente somos, embora, às vezes, os meios de comunicação os satirizem, enquanto pregam uma uniformidade de gênero impossível.