
Manifestação, vegana, contra o consumo de carne e pelo meio ambiente, no Japão

Manifestação, vegana, contra o consumo de carne e pelo meio ambiente, no Japão
Autor: SavioHeringer
Fonte: Metro Photo Challenge
ele não é tão frágil quanto parece.
“O tsunami matou cem vezes mais que o 11 de Setembro. O planeta é brutalmente poderoso. Respeito-o. Preserve-o”.
Publicado originalmente em Livre pensando
contibuição compulsória à moda e a elegância feminina.
e defenda o meio ambiente soltando “bombas de sementes“. Clique no link: Bombas de sementes, e veja como fazer isso!

Ler, ler, ler. Escrever, escrever, escrever e rasgar muito. (…)
É o principio da resposta da escritora Lygia Fagundes Teles, em entrevista, que você confere clicando no link (nome).


…tem gente que faz… coloca a vida pessoal, íntima, na rede. Dependendo do caso, vai ter que “administrar” as consequências, pois, caiu na rede… é pra sempre!


Salivou… ?, é, parece gostoso, mas, vem se revelando uma verdadeira “bomba” contra a saúde e qualidade de vida.
O prazer é curto… no máximo até a garganta. Daí pra frente, só dissabores e problemas.
Vale à pena resistir. A sua saúde e qualidade de vida agradecem. Com certeza!
Autor: SharbatiHi
é só abrir os olhos…os seus!


Só se ama, se preserva e se defende aquilo que se conhece. O meio ambiente está na sua casa, nas ruas, nas praças, no rio da sua cidade, nas praias… você está imerso nele como o peixe na água, e com o mesmo nível de importância para a sua vida como a água é para o peixe…
É só abrir os olhos… está noOlhar… logo, está nas suas mãos fazer alguma coisa.

alguma “coisa” tá pegando…

com frequência… frequentemente, com muita frequência…

embora, pelo visto, não se façam mais casamentos como antes. Pelo menos é o que dizem, mas, não desistimos das expectativas (?) de uma vida compartilhada e mais feliz. Se é que isso tenha sido possível em qualquer época.

Um parceiro nada oportuno ou conveniente. Pelo visto ele e seus pares herdarão a Terra, mas, não precisa ser às nossas custas.



…é um direito garantido pela diversidade cultural e religiosa como, também, o é o seu de usar um fio dental ou coisa semelhante…
O nome? É mais que tolerância, que pressupõe superioridade de quem tolera. É respeito… que é um direito e um dever de todos para com os demais, com os diferentes…
Porque é o que nós somos em relação aos outros.


Isso, apesar dos mais de 200 bilhões de neurônios!


para o mundo da rua, na rua, onde a vida se faz(ia) e passa(va).
Uma conexão que se abria mais pra dentro do que pra fora… não existe mais.
Hoje, continuam, apenas, como adereços arquitetônicos e/ou funcionais, sem outra serventia.

Depois ainda reclamamos do “meu colesterol“.


Às vezes a excessiva exposição leva a “inflação imagética”, que apaga o olhar.
Algo em nós se recusa a aceitar, apaga, se apaga, perde e se perde, do e noOlhar.

Apesar do que vimos fazendo ao meio ambiente, ainda achamos, pretensiosamente, que podemos “salvar o planeta”… Ele não corre riscos substanciais.
Nós não passamos de um “traço estatístico” – alguns milhares de anos – na longa vida do planeta de 3,5 bilhões de anos, e outros tantos pela frente.
Se não mudarmos nossa atitude, em breve, não passaremos de objetos de estudos paleontológicos para outra humanidade que terá a sua vez.
O que temos que fazer, e logo, é tratar de salvar a nossa pele. A natureza, ela não precisa de “ajuda”, ela se vira sozinha, basta não atrapalhar.
E você, o que acha disso? Faça um comentario!
algo alheio, fora de nós ou um conceito abstrato demais para nos afetar, efetivamente.
Como os peixes no mar, estamos imersos no meio ambiente, mesmo que não nos demos conta disso.
Logo, toda e qualquer “coisa” que venha a afeta-lo, afetará, inevitavelmente, a nós mesmos, a nossa qualidade de vida, a nossa vida.
Entretanto, não é o planeta a quem temos que salvar, e sim a nós mesmos, pois, não importa o que venhamos a fazer, ele – o planeta –, com certeza, sobrevivera a todos nós.