
alguma “coisa” tá pegando…

alguma “coisa” tá pegando…

com frequência… frequentemente, com muita frequência…

embora, pelo visto, não se façam mais casamentos como antes. Pelo menos é o que dizem, mas, não desistimos das expectativas (?) de uma vida compartilhada e mais feliz. Se é que isso tenha sido possível em qualquer época.

Um parceiro nada oportuno ou conveniente. Pelo visto ele e seus pares herdarão a Terra, mas, não precisa ser às nossas custas.



…é um direito garantido pela diversidade cultural e religiosa como, também, o é o seu de usar um fio dental ou coisa semelhante…
O nome? É mais que tolerância, que supõe superioridade de quem tolera. É respeito… que é um direito e um dever de todos para com os demais, com os diferentes…
Porque é o que nós somos em relação aos outros.


Isso, apesar dos mais de 200 bilhões de neurônios!

para o mundo da rua, na rua, onde a vida se faz(ia) e passa(va).
Uma conexão que se abria mais pra dentro do que pra fora… não existe mais.
Hoje continuam, apenas, como adereços arquitetônicos e/ou funcionais, sem outra serventia.

Depois ainda reclamamos do “meu colesterol”.


Às vezes a excessiva exposição leva a “inflação imagética”, que apaga o olhar.
Algo em nós se recusa a aceitar, apaga, se apaga, perde e se perde, do e noOlhar.

Apesar do que vimos fazendo ao meio ambiente, ainda achamos, pretensiosamente, que podemos “salvar o planeta”… Ele não corre riscos substanciais.
Nós não passamos de um “traço estatístico” – alguns milhares de anos – na longa vida do planeta de 3,5 bilhões de anos, e outros tantos pela frente.
Se não mudarmos nossa atitude, em breve, não passaremos de objetos de estudos paleontológicos para outra humanidade que terá a sua vez.
O que temos que fazer, e logo, é tratar de salvar a nossa pele. A natureza, ela não precisa de “ajuda”, ela se vira sozinha, basta não atrapalhar.
E você, o que acha disso? Faça um comentario!